Valores na parede e prática no dia a dia contam histórias diferentes com mais frequência do que as empresas gostariam. E o colaborador é sempre o primeiro a perceber a distância entre as duas.

Quando essa percepção sai dos corredores e chega às redes, ao Glassdoor ou à imprensa, o problema deixa de ser de clima organizacional e passa a ser de reputação. O mercado lê o que acontece dentro da empresa como sinal do que ela entrega fora.

Comunicação interna, nesse contexto, não é mural nem newsletter. É coerência entre o que a liderança diz e o que ela decide, comunicada com a mesma seriedade que se dá a um resultado trimestral.