Durante alguns anos, bastava anunciar uma meta ambiciosa para ganhar espaço positivo. Esse tempo acabou. Jornalistas e analistas agora pedem dado, auditoria e histórico.

Marcas que comunicam ESG sem lastro descobrem que o desgaste de uma promessa não cumprida é maior do que o ganho de tê-la anunciado.

O caminho é inverso: primeiro a prova, depois a narrativa. Projeto real, com número e com gente envolvida, rende pauta muito mais duradoura.